Projectar e Copiar - Cruz, Ricardo Tedim
- Format: Broché Voir le descriptif
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Présentation Projectar E Copiar de Cruz, Ricardo Tedim Format Broché
- Livre Beaux arts
Biographie:
Ricardo Tedim Cruz nasce no Porto em 1978. ? licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto em 2002. ? tamb?m influenciado pela sua frequ?ncia na Escuela T?cnica Superior de Catalunya na Universidad Polytecnica de Catalunya em Barcelona.Antes mesmo de terminar a licenciatura colabora com o Jo?o ?lvaro Rocha e Camilo Rebelo. Mais tarde, j? enquanto arquitecto, colabora largos anos com Eduardo Souto de Moura e pontualmente com ?lvaro Siza Vieira. Em suma, todas estas colabora??es permitiram segundo o pr?prio trabalhar desde muito cedo com a conting?ncia das limita??es t?cnicas e or?amentais num ambiente de elevada exig?ncia e com arquitectos reconhecidos internacionalmente.? fundador do atelier Utopia - Arquitectura e Engenharia, Lda acess?vel em https://www.utopia-projectos.com? tamb?m autor da generalidade dos projectos do escrit?rio e participa pontualmente em debates e confer?ncias sobre arquitectura....
Sommaire:
Projectar e copiar ? uma obra que reflecte sobre o modo como ? criada a obra original na mente do arquitecto. Consiste no resultado de um trabalho de investiga??o desenvolvido enquanto resposta aos preconceitos existentes no meio acad?mico e cultural que envolve os arquitectos e a arquitectura em geral. O tema abordado consiste na descri??o do mecanismo atrav?s do qual utilizamos aquilo que sabemos. ? o mecanismo central no trabalho do arquitecto no momento em que desenvolve um projecto de arquitectura. A esse processo que sistematicamente ocorre na pr?tica projectual chamamos copiar. Quanto ?s suas consequ?ncias, tenta-se demonstrar que a ele se deve uma arquitectura mais rica, mais ajustada ?s necessidades a que responde, mais l?cida e mais aut?ntica. O tema resulta de uma vontade pr?pria do autor lidar com uma condi??o contempor?nea de diversidade e pluralidade de opini?es, de um natural reconhecimento pelos personagens que mais condicionaram o desenvolvimento da arquitectura e de uma rejei??o de algumas posi??es te?ricas contempor?neas. O tema ? abordado de um modo anal?tico e consequente no que diz respeito ? pr?tica projectual, tentando-se demonstrar toda a argumenta??o com o maior n?mero de exemplos. Em quatro cap?tulos que mais n?o s?o do que os quatro estados de aproxima??o ao tema: an?lise, estudo dos elementos que o comp?em, manifesta??es distintas, e por fim as consequ?ncias v?rias do ato de copiar. No primeiro cap?tulo explica-se em que consiste uma pr?tica projectual assente no acto de copiar. Elucidam-se diversos significados etimol?gicos. Enuncia-se as raz?es que nos levam a copiar. Por fim, define-se o copiar enquanto processo constitu?do por diversos elementos intervenientes: a matriz, o sujeito, a c?pia, o contexto da matriz, o projecto e a composi??o. No segundo cap?tulo descreve-se o papel de cada elemento interveniente no acto de copiar. A matriz, isto ?, aquilo que copiamos, constitui algo como um corpo disciplinar. O sujeito, ou seja, quem copia, pode afirmar-se como criador aut?ntico. A c?pia, por outras palavras, a parcela de projecto, dever? transformar-se em des?gnio projectual. O contexto da matriz, isto ?, a fonte ? qual recorremos, pode ser extremamente diverso. O projecto acaba por ser sempre o objectivo central da ac??o. A composi??o ? o processo pelo qual transformamos as partes copiadas num todo unit?rio. No terceiro cap?tulo procura-se reflectir sobre os diferentes modos de copiar segundo as diversas caracter?sticas que cada um dos elementos pode assumir. Podemos assim copiar quer algo de concreto, quer algo de abstracto. Aqueles que projectam poder?o copiar conscientemente ou inconscientemente, poder?o ser eruditos ou meros construtores an?nimos. Aquilo que introduzimos no projecto poder? ser ou n?o estruturante. Os contextos aos quais recorremos podem localizar-se na Natureza ou na Hist?ria. Os instrumentos que nos servem de aux?lio possuem tamb?m potencialidades distintas. A maneira como organizamos aquilo que introduzimos no projecto pode explicitar cada parte copiada ou tornar essas partes apenas impl?citas no todo. No quarto e ?ltimo cap?tulo procura-se abordar as consequ?ncias dos diversos modos de copiar. Estabelece-se uma rela??o entre os diversos posicionamentos que aqueles que projectam assumem na arquitectura dos nossos dias e o modo como copiam. Saliento que quando procuramos algo na Natureza ou na Hist?ria acabamos por traduzir uma vontade renovadora ou conservadora, respectivamente. Enumeram-se tamb?m exemplos de diversas arquitecturas que s?o o resultado do valor distinto que damos ?quilo que copiamos. Por fim, conclui-se da necessidade de uma arquitectura fundada no acto de copiar, uma arquitectura que cria copiando....