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Ou o silêncio contínuo - Ariel, Marcelo

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        Avis sur Ou O Silêncio Contínuo de Ariel, Marcelo Format Broché  - Livre Poésie

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        Présentation Ou O Silêncio Contínuo de Ariel, Marcelo Format Broché

         - Livre Poésie

        Livre Poésie - Ariel, Marcelo - 01/01/2019 - Broché

        . .

      • Auteur(s) : Ariel, Marcelo
      • Editeur : Kotter
      • Parution : 01/01/2019
      • Format : Moyen, de 350g à 1kg
      • Nombre de pages : 504
      • Expédition : 758
      • Dimensions : 23.4 x 15.6 x 2.8
      • ISBN : 9786580103065



      • Résumé :
        Este livro n?o ? apenas a densa antologia po?tica de um dos escritores contempor?neos mais instigantes e inclassific?veis (como se isso fosse pouco?.). ? ainda e tamb?m a potente ontologia pol?tica elaborada por um dos nossos pensadores mais originais e insubmissos. ?Poder?amos responder / ao hibridismo / democracia-fascismo / com a inven??o de uma pol?tica / da iman?ncia / inspirada naquilo / que os rios e as ?rvores / t?m a nos dizer?? ? a quest?o que coloca insistentemente e a cada poema, e que tenta responder persistentemente e a cada verso com a postula??o de alian?as de extra??o afro-ind?gena, ?sufinamb??, que, partindo das ?aldeias ind?genas?, ?respondem de e no modo efetivo / da alteridade radical?, ?e em suas caosmoses / se conectam com a vida dos poetas / dos loucos / das crian?as / dos pobres que n?o desejam a riqueza / enfim / com os campos de irradia??o / da diferen?a / dos que vivem mais pr?ximos do / Devir-Xingu do que do Devir-Bras?lia / ou do Devir-Cubat?o?. ? como se toda a poesia (i.e., toda sua pol?tica) de Marcelo Ariel fosse a tentativa de criar uma linha de fuga a esse Devir-Cubat?o que o assola, que nos assola como o ?ANJO DA HIST?RIA * NOSSO INIMIGO?, e permitir a ?a invas?o das fagulhas de novas sinapses, / novas configura??es da mente / nas crian?as, nos loucos, nos ?ndios e nos chamados poetas, / seus s?miles novas sinapses invadindo / como estes desabrigados invadem os pr?dios, / mas as sinapses n?o dependem, nem esperam apenas invadem / como os sem-terra, os sem-teto / o espa?o delimitado?. Da? a import?ncia do surto (?surto c?smico?, ?estados surtol?gicos?, ?? preciso trincar o nome das coisas com o surto?), que instaura um estado, nomadol?gico em rela??o a(o) si, e dial?gico com o outro (?Os movimentos de nomadismo dial?gico que chamamos de conversas, di?logos s?o para o ser o mesmo que O SONHO ou O SURTO?) e em que se trata de ser invadido, de tornar-se uma invas?o, um espa?o de resist?ncia (?O DEVIR NEGRO INAUGURA O QUILOMBO INTERIOR DE CADA SER?). Mas a ontologia pol?tica aqui n?o ? enunciada. ? performada. Ela se faz ? a cada poema, a cada poiesis, porque em jogo est? uma transforma??o do que n?s somos e tamb?m da linguagem que somos e que ?: ?Somos como letras / num poema, / da aus?ncia inconceb?vel do antes / ? falsa nulidade do depois / Tamb?m somos o sopro / que se move / entre os dois?, como lemos em ?Ontologia e signo?. N?o se trata ent?o somente de contaminar a poesia pela pol?tica, mas tamb?m, dada a alian?a que se prop?e, de devir-po?tica a pol?tica: ?Cancela a usina / com o cantar / porque a voz est? / no rio abra?ando o mar?. Ao fim e ao cabo, Ariel nos exorta a fazer ?uma caminhada por dentro de lugares que aparentemente nos sonham pelo lado de for?, na forma de sucessivos surtos, isto ?, poemas, isto ?, di?logos com a alteridade radical que n?s somos, que n?s podemos ser, se tomarmos a ?DECIS?O SURTOL?GICA DE NASCER?, se produzirmos em n?s esse ?inc?ndio ao contr?rio?. Afinal, ?? imposs?vel encontrar quem n?o saiu de si?.

        Biographie:
        Marcelo Ariel ? um dos grandes poetas brasileiros em atividade, isso n?o se discute. Ou o sil?ncio cont?nuo, ? uma reuni?o de sua poesia e mostra pot?ncia em v?rias formas, no embate pol?tico, na deriva filos?fica e no recurso jazz?stico ao improviso. Ariel transita entre ruelas e vastos espa?os, o sil?ncio solit?rio e o berro da guerrilha, enquanto ele pr?prio faz da autometamorfose po?tica uma ?tica. Poesia assim n?o ? pra todo mundo. Mas se dirige a todo o mundo.

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